7 de dez de 2010

lately .


     Se existe uma palavra que me define perfeitamente, essa palavra é boba.
     Simples assim.  Boba. Não idiota, nem criança, nem inteligente, nem bonita, nem feia, nem nada. Apenas boba.
     Mas ultimamente este simples "boba" vem crescendo. Eu sei, é estranho, mas mesmo assim ele cresce.
     Boba? É, eu ainda sou boba. Mas com a descoberta de um novo sentimento chamado amor e com reais esperanças de que o Bruno realmente me ame, estou ficando muito mais do que boba.
     Antes, eu era uma boba normal. Tinha meus momentos infantis, tinha minhas crises de ciúmes, tinha meus medos, mas tinha também muitas esperanças.
     Ultimamente, venho evoluindo de boba normal para extremamente boba. É sempre assim, eu me apaixono e viro uma grande boba, mas dessa vez pulei o estágio denominado grande e agora virei uma boba extrema.
    Eu simplesmente me perco em pensamentos ridículos, paro tudo ao meu redor apenas para falar com ele. Largo tudo e todos apenas para olhar uma foto. Paro no meio da rua se vejo a letra B em uma vitrine ou em uma placa qualquer.
    Apenas procuro livros de romances e quando não os axo, simplesmente invento um final de conto de fadas para os mais aventureiros livros. Me perco num mundo de fantasia, de perfeição.
   Agora tudo simplesmente tem mais cor, mais vida, mais inocência. E até as cores ao meu redor esbanjam amor.
   E como é lindo o amor!  Essa ilusão, esse desejo de estar com ele a cada segundo, a necessidade de ouvir a voz dele a cada instante, os sonhos de passar os finas de semana na casa dele e...  pois é,  ultimamente, sou uma extrema boba.

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